Secretarias assinam protocolo por acessibilidade nas Unidades de Conservação de SP

Termo prevê capacitação de funcionários e monitores para receber ou acompanhar visitantes com deficiência ou mobilidade reduzida

qui, 12/12/2019 - 20h39 | Do Portal do Governo

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, por meio da Fundação Florestal, e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência assinaram na terça-feira (10), um Protocolo de Intenções para desenvolver projetos de acessibilidade nas Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. O termo prevê a capacitação de funcionários e monitores para receber ou acompanhar os visitantes com deficiência ou mobilidade reduzida.

“Ao tornar nossas unidades de conservação mais acessíveis estamos ampliando a responsabilidade e incluindo todos na conscientização pela proteção ambiental”, explica o subsecretario de Meio Ambiente, Eduardo Trani.

O protocolo contempla também a avaliação das infraestruturas já existentes e adequações para que atendam às normas de acessibilidade; elaboração de materiais de divulgação sobre os parques acessíveis e a promoção do turismo como fator de desenvolvimento social e econômico.

“Com esse trabalho estamos oferecendo mais uma importante opção de lazer para a família junto à natureza”, afirma a secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão.

O diretor executivo da Fundação Florestal, Rodrigo Levkovicz, destacou o momento oportuno para iniciar novos projetos executivos de acessibilidade nas UCs e aprimorar as obras que já foram feitas. “Neste contexto, a participação de técnicos da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência será fundamental para revisão dos projetos já existentes e, também, na contribuição técnica em novos”, concluiu.

O documento assinado visa ainda criar programas de prevenção e atendimento especializado para as pessoas com deficiência física, sensorial ou intelectual. A integração social do adolescente e do jovem com deficiência, mediante o treinamento para o trabalho e a convivência, e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos, com a eliminação de obstáculos arquitetônicos e de todas as formas de discriminação.