Roubos em Campos Elíseos e Santa Cecília caem 44% entre março e julho

No mesmo período, registros de furtos têm queda de 37% nos dois bairros do centro da capital

qui, 20/07/2023 - 12h43 | Do Portal do Governo

 

O número de roubos nos distritos policiais de Campos Elíseos e Santa Cecília, na região central de São Paulo, caiu 44% na primeira semana de julho em relação à última de março, período em que foi iniciado o monitoramento semanal da região pela Secretaria de Segurança Pública do Governo do Estado.

Os registros de roubo passaram de 190 na semana iniciada em 27 de março para 106 na semana que começou em 3 de julho. Já o número de furtos na região caiu 37% no período, passando de 311 ocorrências para 195.

A primeira semana de julho também marcou um avanço em relação a 2022. O número de furtos caiu 21,6%, e o de roubos, 19,6%, na comparação entre o mesmo período de 2023 em relação ao do ano anterior.

Entre os dias 3 e 9 de julho, a Polícia Militar atendeu 1.020 ocorrências naquela região, entre ações de prevenção criminal, ocorrências de furto e roubo e chamados de averiguação de atitude suspeita, entre outros.

Além disso, a Polícia Técnico-Científica efetuou 14 exames periciais relacionados a patrimônio e entorpecentes em investigações. Naquela semana, houve 65 prisões em flagrante, das quais 12 por furto e outras 10 por roubo.

Queda nos índices de criminalidade

A queda nos índices criminais nos Campos Elíseos e Santa Cecília é consistente ao longo da metade final do primeiro semestre. Os registros mensais de furtos e roubos registrados nos dois bairros têm caído sucessivamente desde abril, após 15 meses de altas consecutivas – entre janeiro de 2022 e março de 2023.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os resultados decorrem de uma política conjunta de investimentos em tecnologia e inteligência, parceria entre Governo do Estado, Prefeitura de São Paulo e a comunidade e resposta rápida e efetiva da polícia para combate aos delitos.

Entre as ações, também estão a integração dos serviços municipais e estaduais de saúde e assistência social, a ampliação dos serviços de zeladoria e o reforço de operações policiais que resultaram no aumento de 45% do número de prisões entre janeiro e abril.