Começa a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa em SP

Todos os bovinos e bubalinos, com qualquer idade, devem ser imunizados até 30 de novembro

seg, 03/11/2014 - 20h03 | Do Portal do Governo

Começou no sábado, 1º de novembro, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em todo o Estado de São Paulo.

Nesta segunda etapa todos os bovídeos, de qualquer idade, deverão ser imunizados. O criador tem até o dia 30 de novembro para fazer a vacinação.

Vencido o prazo para a vacina, o criador tem até 7 de dezembro para comunicar a vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária. É preciso, ainda, declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, como: equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

Na primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa, realizada durante o mês de maio deste ano, o índice dos bovídeos imunizados, com até 24 meses de idade, foi de 99,18 %.

Em novembro de 2013, foram imunizados todos os animais do rebanho, de mamando a caducando e o índice alcançado foi de 98,68 %.

A declaração deve conter a relação dos animais vacinados e de todos os demais bovinos e bubalinos da propriedade. As penalidades para os que não vacinarem serão de 5 (cinco) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – Ufesps que equivalem a R$ 100,70 por cabeça, por deixar de vacinar e para os que deixarem de comunicar, 3 (três) Ufesps (R$ 60,42) por cabeça.

Aftosa

A campanha ocorre duas vezes ao ano e previne a febre aftosa, doença que acomete, além de bovinos, outros tipos de criações como caprinos, ovinos e porcos.

O criador deve observar alguns cuidados necessários:

– Adquirir a vacina somente em estabelecimentos cadastrados pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), já que a legislação proíbe o seu uso quando adquirida em etapas de vacinações anteriores.

– Manter o medicamento entre 2ºC e 8ºC, tanto no transporte como no armazenamento, em caixa de isopor, com no mínimo dois terços de seu volume em gelo.

– A vacina não deve ser congelada.

– A dose da vacina deve ser de 5 ml, independentemente da idade do animal, sendo obrigatória em todos os bovinos e bubalinos.

– Substituir a agulha com frequência para evitar infecções e manter os frascos da vacina resfriados durante a aplicação.

– Classificar os animais por idade e sexo, para evitar possíveis acidentes ao vaciná-los.

Da Defesa Agropecuária