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Discurso de posse do governador João Doria na Assembleia Legislativa

O governador do Estado de São Paulo, João Doria toma posse do cargo, durante cerimônia na Assembléia Legislativa de São Paulo. Local: São Paulo/SP Data: 01/01/2019 Foto: Governo do Estado de São Paulo

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Na cerimônia, o governador foi recebido pelo presidente da Alesp, o deputado estadual Cauê Macris

Bom dia a todos, feliz 2019. Queria fazer algumas saudações não avançando além do que o protocolo determina, mas queria começar saudando a Bia, minha esposa, obrigado por estar aqui ao meu lado, em nome de toda a minha família. Rodrigo Garcia, amigo e companheiro, parceiro de campanha, parceiro de governo, vice-governador, secretário de Governo, e a sua esposa Luciana. Uma honra estar aqui, nesse momento, sendo empossado ao seu lado. Meu bom e querido amigo, Cauê Macris, [ininteligível], seu pai Vanderlei que está aqui conosco, família dedicada à vida pública, presidente da  Assembleia Legislativa, e em seu nome cumprimento todos os deputados que aqui estão, deputados que representam todas as bancadas nessa Assembleia Legislativa. Meu amigo desembargador Manoel Pereira Castro, presidente do Tribunal de Justiça, muito obrigado pela sua presença aqui entre nós, uma alegria, muito honrado, sei do esforço que é estar no dia, no primeiro dia do ano, às 9h da manhã, participando de uma cerimônia. General de Divisão, Adalmir Manoel Domingues, comandante da Segunda Região Militar, muito obrigado também pela sua honrosa presença entre nós. Desembargador Waldir Sebastião de Nuevo Campos, presidente do Tribunal Regional Eleitoral, TRE, em exercício, a sua esposa Maria Silvia, muito obrigado pela presença aqui, muito honrado. Depois daquela cerimônia que participamos juntos na Sala São Paulo. Muito obrigado. Um grande prazer, Waldir, estar ao seu lado. Meu bom amigo vereador Eduardo Tuma, prefeito de São Paulo em exercício, [ininteligível] aqui. Muito obrigado pela boa parceria que fizemos na Prefeitura de São Paulo com a Câmara Municipal, e agora você apoiando o Bruno Covas à frente da Prefeitura paulistana. Vice-almirante Claudio Henrique Mello de Almeida, comandante do oitavo distrito naval, muito grato também pela sua honrosa presença aqui entre nós. E vou me permitir, Cauê, fazer uma saudação especial ao deputado Salim Curiati. Não sei se ele voltou aqui. Curiati, muito obrigado, fiquei honrado e satisfeito, você nem precisou se levantar, mas penso em levantar para aplaudir você do auge dos seus 92 anos.

Muito feliz de ter ouvido aqui a sua saudação. Dez mandatos, 40 anos de vida pública aqui na Assembleia Legislativa, e sempre defendendo São Paulo. Vários prefeitos e prefeitas que aqui estão, muito obrigado, sem nominá-los, mas muito grato pela presença. Também vereadores e vereadoras de várias cidades, vários municípios, inclusive aqui da nossa cidade de São Paulo. Secretários municipais, em especial, secretários aqui da capital de São Paulo, vejo vários aqui, amigos, companheiros, muito obrigado. De novo, sei o sacrifício que é o no primeiro dia do ano, praticamente interrompendo o convívio com a família no feriado de estarem aqui presentes. Também as jornalistas, os jornalistas que aqui estão, muito obrigado, sei que vamos nos reencontrar daqui a pouco no Palácio dos Bandeirantes. Não podia deixar de registrar também o meu abraço ao Gianpaolo Smanio que é o procurador-geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo, está aqui também, da mesma, [ininteligível] sacrifício a você se ausentar da família, do convívio com a sua esposa, com os seus filhos para estar conosco. Muito obrigado, Smanio. E a todos, mais uma vez, muito grato pela presença. Eu quero, além da saudação a Cauê Macris e os demais membros da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, inclusive aos que fizeram a leitura, em especial o Rolim, empossou a voz aí, fez com uma firmeza tremenda. Muito obrigado a todos vocês, aos líderes que estão aqui presentes. Muito obrigado a todos os nossos amigos. Quero também fazer mais uma vez um registro muito especial ao Rodrigo Garcia, o Rodrigo que terá uma função dupla, um salário, dupla função, como, aliás, muitos no governo, muito trabalho para pouco salário. Vai funcionar e atuar, Cauê, como vice-governador e também secretário de Governo na nossa gestão.

Quero saudar, igualmente, os 94 deputados desta Casa, Cauê, os que estão aqui e os que não estão. Os que compõem a nossa coligação e os que compõem a oposição. Democracia é isso, faz parte, é essa a função da Assembleia Legislativa do estado de São Paulo; debater leis, debater e ajudar o Executivo a performar bem. A seguir trazendo uma boa gestão e cumprir a função pública de forma correta, de forma honesta democrática e defendendo os interesses majoritários da população de São Paulo. Eu estarei presente nessa Assembleia todos os meses a partir de fevereiro, essa foi, esse foi um compromisso nosso com os deputados a partir do próximo mês, todo mês eu estarei aqui presente durante duas horas e meia, conversando, dialogando com todos os parlamentares da situação e da oposição. Fiz isso, Eduardo Tuma, na Câmara Municipal de São Paulo, fiz 14 visitas, perdão, 13 visitas em 15 meses de gestão, fora os dois meses de recesso em que não estive lá, dialogando com os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, os que nos apoiavam e os que faziam oposição. Quero com isso valorizar o diálogo, o contraditório e a prática democrática que aprendi com o meu pai, ser deputado federal pelo PVC, pelo Partido Democrata Cristão, e cassado pelo golpe em 1964. E quero registrar também que será a primeira vez que um governador sistematicamente fará isso aqui na história da Assembleia Legislativa. Um governador, todos os meses, independentemente de convite, convocação, aqui estará para dialogar com vocês parlamentares. Hoje temos eleitores cada vez mais atentos aos poderes públicos, eles são fiscais permanentes dos nossos atos e das nossas declarações. E os parlamentares, elas e eles que representam esta Casa, sobretudo, os que serão empossados em breve, representam essa população. Então é com muito respeito a condição dos parlamentares que são aqui porta-vozes do povo de São Paulo. Os brasileiros de São Paulo foram às urnas para confiar a nós a missão, Cauê, de renovar a política, e nós temos o desafio de atender esse sentimento que o Brasil desejou e que os brasileiros de São Paulo manifestaram nessa eleição. O Brasil começou a mudar e nós vamos seguir nesta sequência. E temos que atender este sentimento que foi expresso pelo voto. Não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. Nós temos que deixar de lado conveniências pessoais e partidárias para proteger o interesse do povo. Parlamentares que aqui estão, os que me conhecem, os que sabem da minha índole, percebem e têm a confiança de que respeitarei sempre o sentimento parlamentar e partidário. Mas, acima de tudo, o sentimento e interesse para o povo. Pelo povo lutarei, pelo povo governarei São Paulo. Quero deixar também aqui o registro de que o recado às urnas foi muito claro. Não há mais espaço para governos apenas de políticos ou de partidos. Agora, devemos fazer o governo que a população deseja, com os políticos e com os partidos. Há uma inversão nessa ordem. Não é o governo do político, dos políticos ou dos partidos, é o governo do povo com os políticos e com o partido.

A velha política das mordomias, do cabide de emprego, da troca de favores, o desperdício do dinheiro público, da inoperância e da falta de transparência não cabem nesse sentimento de mudança. E não fará parte do nosso governo. Não esperem de mim alguém que vai ouvir pedidos, solicitações, espúrias ou movimentos equivocados. Não encontrarão ressonância, não encontrarão um interlocutor para qualquer solicitação ou pedido de natureza espúria. Seja quem for, sociedade civil, indivíduo, parlamentares, quem quer que seja com uma intenção ruim é melhor nem procurar o governador de São Paulo porque será rechaçado imediatamente.

Obrigado. E essa orientação também para os nossos secretários, secretárias, dirigentes de estatais e de autarquias. E deixei bem claro, presidente Cauê Macris, ao ter um time que é uma seleção, eu vou me referir a isso na sequência, de que todos foram ali selecionados pela sua biografia, pela sua capacidade, pela sua condição, pela sua experiência, pela sua vivência, pela sua energia e disposição de ajudar o povo de São Paulo. E deverão ser, além de probos, honestos, condição básica para ocupar uma função pública, altamente eficientes e criativos, e se não forem serão trocados, simples assim. Como é no setor privado, será também no setor público. Sejam eficientes, sejam honestos, sejam criativos e serão aplaudidos pelo governador e pela população, se não forem serão trocados por outros que poderão cumprir melhor a sua função. É assim no setor privado, será assim no setor público em São Paulo a partir de agora. A população, Cauê, quer um governo eficiente, um governo de resultados. São Paulo precisa resgatar a sua paixão por fazer, por fazer bem-feito. E vamos pensar São Paul grande, chega de pensar pequeno aqui, Macris. Nós não vamos pensar pequeno em São Paulo. São Paulo é uma nação, uma nação brasileira, é o estado mais brasileiro do país. Aqui se encontram correntes migratórias de todo o país, eu mesmo sou filho de nordestino, de baiano com muito orgulho. Quase todos aqui são também de origem…

Tem as suas origens em diferentes regiões do país. E até, Curiati, fora do Brasil, correntes migratórias que ajudaram a construir São Paulo. E São Paulo precisa fazer jus a sua grandeza, por isso faremos um governo forte, um governo empreendedor, um governo moderno, com liderança e dignificando o exemplo da história de São Paulo. O menor caminho para igualar oportunidades é diminuir o papel do Estado e posicionar o Governo para cuidar do que é essencial para as pessoas. Menos Governo, menos Estado, menos estatais, menos privilégios. Mais segurança, mais saúde, mais educação, mais oportunidade, mais emprego. Esse será o lema do nosso governo durante quatro anos de gestão em São Paulo. Fomos buscar os melhores nomes para compor nosso Governo, Rodrigo Garcia, nosso time de secretários e dirigentes faz inveja e nos enche de orgulho. Ouso dizer que mais do que um time, contamos uma seleção, uma seleção à altura de São Paulo, da [ininteligível] desse estado. Na campanha, anunciamos que seríamos o governador de todos os brasileiros de São Paulo, dos que votaram em nós e dos que não votaram também. Todos serão tratados da mesma forma. Serei um governador municipalista, descentralizador e vamos atender igualmente os pequenos, médios e grandes municípios.

Obrigado. Por isso, inclusive, criamos uma nova secretaria para reduzir de 25 para 20 secretarias, conseguimos nessas 20, criar a Secretaria de Desenvolvimento Regional, especificamente para atender com dignidade, com presteza, com modernidade, prefeitas e prefeitos das cidades da região metropolitana do litoral e do interior do estado de São Paulo, além, evidentemente, da nossa capital paulista. Por isso, todos que quiserem nos ajudar fazendo um governo para o povo, entregando resultados, melhorando a saúde, a segurança, educação e a infraestrutura de São Paulo, serão bem-vindos, todos. Políticos e não políticos, os que quiserem ajudar as portas estarão abertas. Temos certeza de que essa casa acolherá os apelos legítimos da população, Cauê, e os compromissos assumidos com os eleitores. Afinal, são os compromissos que vocês parlamentares, vocês deputados assumiram também com os seus eleitores. O Estado estará focado no que é a sua real responsabilidade, não vai gastar recurso público em áreas que podem produzir melhores resultados quando geridos pela iniciativa privada. Portanto, o setor privado vai cumprir um papel muito importante, um amplo programa de desestatização que faremos aqui no estado de São Paulo. Vamos criar PPPs, parcerias público-privadas, fazer concessões e privatizações sem medo de cara feia, sem medo de bandeiras vermelhas, sem medo daqueles que têm posições distintas. Vamos debater, nenhum problema no debate, o contraditório é bom, é positivo, é saudável, mas de cara feia eu aprendi com o meu pai, não tenho medo. Nem daqueles que estão no Legislativo, nem os que estão fora do Legislativo, nem os que estão na cadeia, porque a partir de agora São Paulo vai mudar. Tem comando, e o comando será exercido pelo governador eleito do estado de São Paulo.

Vamos, Cauê, reestruturar o desenvolvimento do seu estado, estado de São Paulo, implantando bases econômicas para o século 21. Aquilo que se exige de um estado-nação com 45 milhões de brasileiros, o maior PIB, o maior desenvolvimento econômico, os maiores recursos e a melhor produção para ajudar o Brasil no seu novo desenvolvimento, na sua nova etapa. Mais tecnologia e inovação em todas as áreas. Repito: mais tecnologia e inovação em todas as áreas. No agronegócio, na indústria, no setor de serviços, em todos os campos vamos colocar tecnologia. O momento é na utilização da tecnologia a favor do homem, a favor das pessoas e, principalmente, se isso nos ajudar a fazer um governo mais voltado aos mais humildes, aos mais pobres e os que mais precisam de apoio do Estado. Vamos incentivar também, Cauê, as startups, a economia criativa, o turismo, o artesanato, a gastronomia, a música, o esporte e o trabalho artístico. No nosso governo, deputadas e deputados que aqui estão, áreas que sempre foram colocadas à margem do interesse real do Governo, como turismo, como cultura, como esporte, serão prioridades no nosso governo. Não há área de escanteio, não há campo menos importante, todas as áreas de gestão do Governo de São Paulo serão dadas a pessoas habilitadas, capacitadas e com metas a serem cumpridas. Vamos, sim, melhorar a educação, a saúde, a segurança pública, as três principais prioridades do nosso estado. Quero dizer também que a sociedade quer serviços de qualidade, nós temos o dever de colocar o governo paulista no padrão Poupatempo. Poupatempo que foi criado aqui no estado de São Paulo, no governo Mário Covas, e evoluiu positivamente e é um serviço público exemplar, referência internacional. Ora, se temos em São Paulo um serviço Poupatempo que funciona bem, é prestativo, é limpo, é pontual, as pessoas que trabalham no Poupatempo fazem com alegria, cumprem as suas funções como funcionários públicos felizes e quase 100% de aprovação, este será o novo padrão do serviço do estado de São Paulo, o padrão Poupatempo.

O Brasil se encontra em São Paulo e São Paulo é a síntese do Brasil como já mencionei. Para construir esse novo ciclo de prosperidade é preciso novas atitudes. E para ter atitudes, amigos, é preciso ter coragem, é preciso ter força, é preciso ter determinação, é preciso também ter a bênção divina. Graças a Deus que isso não vai nos faltar. Vamos construir esse novo ciclo de prosperidade. E com alguns bons exemplos, eu mesmo vou doar todos os meus salários, todos os meses, como governador cumprindo o compromisso de campanha como, aliás, fiz na prefeitura de São Paulo. Vou continuar morando na mesma casa onde resido há 14 anos, a partir de hoje o Palácio Bandeirantes será o Palácio do trabalho. E ali vai se trabalhar e muito. Aqueles que se dirigirem ao Palácio dos Bandeirantes, não esperem reuniões modorrentas, não esperem excesso de café, de água e de assento em sofás, esperem trabalho. E, por favor, tragam propostas reais de trabalho objetivamente, porque é isso o que faremos a partir de já.

Defendo que as mudanças comecem em cada um, com pequenos gestos e grandes atitudes. Por isso mesmo, Carlão Pignatari, a você igualmente, Cauê, e meus amigos do PSDB, defendo uma reestruturação no meu partido. Nós temos que ter a coragem de mudar, de sintonizar, transformar, quero deixar claro, não significa desrespeitar a história do PSDB, sobretudo, aquela que foi escrita por André Franco Montoro, por Fernando Henrique Cardoso, por Mário Covas, por José Serra e por Geraldo Alckmin, mas significa, sim, a necessidade de mudar, de transformar, de respeitar aquilo que a população espera dos seus governantes, dos seus parlamentares e daqueles que representam a legenda do PSDB, seja em São Paulo, seja no Brasil. E nós vamos ajudar o PSDB a estar sintonizado com o novo Brasil.

Nessa casa, eu assisti por mais uma vez o discurso de posse de Mário Covas, quando então empossado governador do estado de São Paulo a quem tive o privilégio de servir na Prefeitura de São Paulo, como seu jovem secretário de Turismo com 21 anos de idade. Mário Covas declarou aqui, nessa Casa, São Paulo jamais virará suas costas para o Brasil. O nosso governo não vai virar as costas para o Brasil. O nosso governo vai ajudar o Brasil. Vamos apoiar as iniciativas do presidente Jair Bolsonaro, todas que promovam o progresso do Brasil. Vamos apoiar a reforma da previdência, a reforma fiscal, a manutenção da reforma trabalhista, o pacto federativo e as privatizações. Nossos parlamentares federais estão engajados também na redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, e do projeto que põe fim a saidinha das prisões. Bandido tem que cumprir pena na cadeia, e em São Paulo, a partir desse ano vai cumprir trabalhando.

São Paulo vai, sim, trabalhar junto com o novo presidente da República na atração de investimentos internacionais para o Brasil, oferecendo segurança jurídica, transparência e ambiente seguro para a instalação de novas fábricas, comércio, centros de tecnologia e serviço. E começando já neste mês de janeiro, ao lado do presidente Bolsonaro, aliás, nós o incentivamos muito para que estivesse presente no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, para ali colocar o novo Brasil e as novas oportunidades de investimentos e nosso país. E São Paulo estará presente como o maior polo industrial, comércio, serviços de agronegócio do país para apresentar também as suas boas alternativas para investidores internacionais. Pela primeira vez na história, o governo de São Paulo tem um empresário dirigindo e comandando os destinos do estado. Nenhuma objeção aos que da política comandaram o estado, mas agora alguém que entende do privado estará na gestão pública ajudando e apoiando aqueles que como investidores vão ajudar a gerar empregos, renda e oportunidades em São Paulo. Volto a dizer aqui, o melhor programa social para o Brasil é o emprego, o símbolo da esperança é o trabalho. O Brasil precisa se reencontrar com o desenvolvimento, a geração de empregos, a redução da pobreza. E a redução da pobreza será uma prioridade do nosso governo, Rodrigo Garcia. Você já assistiu as nossas reuniões, quatro, que fizemos com os secretários, em todas elas menciono: priorizem os mais pobres, priorizem os que mais precisam da presença do Estado, priorizem aqueles que esperam que o Estado seja dinâmico, moderno e capaz de estimular a geração de empregos, de estimular novas oportunidade. Porque é o emprego que dignifica o ser humano. Nós vamos manter e aperfeiçoar todos os programas sociais para quem realmente precisa, mas a política precisa trocar ideologia por trabalho.

Por fim, amigas e amigos, quero agradecer a minha família, começando pela Bia ali, minha esposa, que aqui está, mãe dos meus filhos: Carol, Filipe e Jhonny. Minha amiga e companheira. Quero agradecer também aos irmãos que não puderam estar aqui, o Raul, Marcelo, Rafael e seus familiares. E quero agradecer principalmente aos meus pais, Maria Silvia e João Doria que lá de cima… [ininteligível]. Quero agradecer a Deus, sempre presente as minhas orações. Deus sempre iluminando o meu caminho, iluminando o caminho da minha família. Quero agradecer a São Paulo, minha terra, pela qual declaro meu amor e meu compromisso. Ao Brasil, minha pátria, declaro a minha paixão. Por ambos trabalharei, por ambos lutarei. Muito obrigado a todos e um feliz 2019.