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Casa das Rosas

Luiz Carlos Leite
O escritório de Ramos de Azevedo projetou a Mansão das Rosas em 1930. A bela casa, hoje referência na vida do paulistano, foi uma das últimas construções realizadas na era da avenida Paulista dos barões do café. O imóvel foi tombado pelo Condephaat no dia 22 de outubro de 1985. A Casa das Rosas foi reaberta no dia 19 de setembro de 1995, com a proposta de ser um espaço cultural diferenciado, informatizado e dedicado a exposições. Hoje,as atividades do novo espaço estão essencialmente voltadas para leitura e pesquisa.
Em dezembro de 2004, a mansão passou a se chamar Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. O acervo de 35 mil volumes da biblioteca do poeta, tradutor e ensaísta Haroldo de Campos agora é de todos os paulistas. Além dos livros, a família doou à Secretaria da Cultura também o escritório do poeta.
A biblioteca reúne raridades, como as primeiras edições autografadas de livros de Octavio Paz e João Cabral de Melo Neto. Nas estantes,encontram-se as respeitadas traduções do próprio Haroldo de obras de inglês, francês, espanhol, alemão, italiano, russo, hebraico, chinês e japonês. E também cantos da 'Divina Comédia', em que ele trabalhava pouco antes de morrer.